Pois,
Phelps tem mais medalhas em 12 anos que o Brasil em
60. De onde
vem essa realidade? A china e seus mais de 1 bilhão de habitantes divide com um
país de 300 milhões as épicas edições olímpicas, e nós com nossos modestos 200
milhões dividimos posições com países como a Índia.
Porque países populosos, como Brasil, Índia e
Filipinas não conseguem adentrar o mundo
olímpico?
Eu respondo
fazendo uma consideração importante, não é o gene, não são as diversidades
étnicas, nem as características raciais.
É infelizmente a qualidade e a importância da
educação infantil e adolescente.
Não podemos buscar grandes atletas na pobreza, tão
pouco na nobreza, ou nas elites, temos de buscá-los nas escolas e
universidades.
Fiz vários
comentários aqui sobre a isonomia, dizendo que tínhamos uma constituição
elitista.
Esta semana
durante o julgamento do mensalão, tive a grata satisfação de ouvir da mais alta
corte brasileira, sem rodeios, que a constituição de 1988 chamada de republicana
era na verdade aristocrática. Por isso a maionese da corrupção não desanda, nem
com mulher em períodos férteis fazendo-a, como reza a lenda
urbana.
O evento olímpico é
do coletivo, as medalhas não são pessoais, são dos investimentos na cultura e
educação de um povo.
Nas
Américas, somente três países tem foro de privilégio em suas constituições, o
Brasil, a Bolívia e a Venezuela.
Será que alguém entende o que isso nos
diz?
Que apesar de ser o
quinto país em extensão, o sexto mais populoso, o maior e mais populoso da
América latina, ainda somos uma republiqueta de bananas.
Isso mesmo plantamos bananas para comer e
exportar.
Somos piores que
macacos, porque se os macacos plantassem as bananas seria para seu próprio
consumo.
O sofrido povo
trabalhador desse país faz balança comercial
para sustentar a corrupção.
Somos o celeiro do mundo dos outros
povos.
Para encerrar no
grito da mídia:
- Vai
cielo, vai cielo, vai cielo...
- Fico com a GURIA do Piauí, que
foi...
bom
dia... ...
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