segunda-feira, 9 de março de 2015

General do exército diz que apóia manifestações pelo impeachment de Dilma e que Lula está apavorado. VEJA!

As coisas começam a esquentar às vésperas da manifestação marcada para o dia 15 de Março próximo, quando ocorrerá uma marcha, organizada por diversos setores da sociedade civil através das redes sociais, para exigir o impeachment da Presidente Dilma Rousseff.
O General de Brigada Paulo Chagas, integrante da reserva, publicou um vídeo onde se declara favorável aos movimentos populares contra o atual Governo e diz, com todas as letras, que o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva está apavorado com o desenrolar das manifestações.
O General Paulo Chagas é conhecido por entrar em discussões acaloradas para defender as instituições militares brasileiras. Recentemente ele enviou carta aberta à jornalista Mirian Leitão, questionando o posicionamento dela a respeito das Forças Armadas brasileiras.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Isolamento, críticas e esculachos podem tirar Levy do governo

 Ele não esta habituado às broncas, nem às críticas públicas

Cláudio Humberto


Amigos do ministro Joaquim Levy (Fazenda) não apostam que ele fique no cargo por muito tempo. Isolado no governo, sem apoio do PT e aliados e hostilizado pelos sindicatos, não gostou de ter sido criticado publicamente por Dilma, após chamar de “brincadeira” e “grosseiras” as ações de política fiscal dos antecessores. Levy também ficou sentido com a bronca por não atender prontamente as convocações Dilma.

Controladora, Dilma saber de cada passo do ministro, mas às vezes Levy não pode atender a convocação imediatamente, e isso a irrita.

Levy também enfrenta dificuldade, dizem os amigos, de tomar broncas seguidas de esculachos, em meio a palavrões impublicáveis.

Quando era convocado para despacho com Dilma, o subserviente Guido Mantega chegava a tomar quatro horas de chá-de-cadeira.

Após classificar Joaquim Levy como “uma ilha no mar de mediocridade do governo”, o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga.

terça-feira, 3 de março de 2015

LobãoLOBÃO, O RETORNO: POVO NA RUA EM 15 DE MARÇO TEM TUDO PARA MUDAR O BRASIL. IMPEACHMENT ESTÁ PRONTO E FALTA APENAS O EMPURRÃO FINAL

Neste video o cantor, compositor e escritor Lobão é entrevistado por Diogo Mainardi sobre a manifestação anti-PT marcada para o próximo dia 15 deste mês de março. É que Lobão que no passado chegou a subir nos palanques do PT, há muito tempo passou a fazer oposição ao governo do PT não apenas pelas redes sociais mas ao vivo e em cores. Tanto é que lá estava Lobão no Congresso Nacional quando Renan Calheiro mandou a polícia retirar cidadãos que estavam nas galerias do plenário durante a rumorosa votação do orçamento.

E há um bom tempo que Lobão também vem realizando hangouts por meio do Youtube e debatendo com ativivistas políticos, intelectuais e diversas personalidades que cerram fileiras contra o governo do PT. A bem da verdade Lobão, com sua popularidade e prestígio como artista pioneiro do rock no Brasil, foi importante para romper a inércia política dos brasileiros.

Alguns leitores aqui no blog dia desses indagavam onde estaria Lobão. Neste bate-papo com Diogo Mainardi, o Lobão mostra que continua em campo e revela, inclusive, que esteve novamente no Congresso Nacional conversando com diversos parlamentares e ficou sabendo que o impeachment já estaria protinho para chegar aos finalmente. Segundo Lobão, falta apenas o empurrão final do povo brasileiro. Por isso, argumenta, que os brasileiros têm de ir às ruas neste 15 de março. Isto será fundamental e mudará a história do Brasil.

Ao mesmo tempo, Lobão enfatiza que não pertence a nenhum movimento específico, a nenhum partido e/ ou organizção política. Ninguém, segundo Lobão e Diogo Mainardi têm direitos exclusivos sobre as ruas que são do povo.

Ao mesmo tempo Lobão promete reeditar novos hangouts debatendo a crise política gerada pelo governo do PT, principalmente depois que explodiu a roubalheira da Petrobras e se configurou de forma clara o estelionato eleitoral da Dilma.

Qual o objetivo do exército da Igreja Universal?




Qual o objetivo do exército da Igreja Universal?

Jornal GGN – O vídeo de um grupo de jovens em organização militarizada dentro de uma igreja evangélica é preocupante. Coloca em dúvida a laicidade do Estado e a influência que esse tipo de fundamentalismo religioso pode ter na sociedade.
A Igreja Universal do Reino de Deus afirma que o projeto “Gladiadores do Altar” busca resgatar jovens em situação de risco e prepará-los para servir exclusivamente ao ‘Senhor’.
Do Minha Informação
Projeto de recrutamento de jovens faz parte da Igreja Universal do Reino de Deus
Circulam na internet vídeos polêmicos que mostram jovens marchando fardados e em posição de ordem em um templo religioso de uma igreja evangélica. No vídeo, eles recebem comandos de um suposto bispo da igreja, e respondem “o altar” a perguntas como “o que é que vocês querem?”. Até a representação de um ‘escudo militar’ com a sigla G.A (Gladiadores do Altar) é utilizada pelo grupo.
Em um dos vídeos publicados pela própria igreja no Facebook, está um que recebeu mais de 220 mil visualizações até o momento da publicação deste artigo. Nos comentários, é possível notar a preocupação de várias pessoas com o que seria a formação de uma ‘ditadura evangélica’ no Brasil. A semelhança com rituais praticados pelo exército de Hitler na época do Nazismo, ou mais atualmente pelo Estado Islâmico, cujas práticas principais são dominar o mundo com um só pensamento – que consideram o único verdadeiro – e aniquilar quem pensa diferente, também é lembrada. Foi manifestada preocupação com a força que uma alienação religiosa pode levar alguns a fazer em nome de ‘Deus’, como a formação de membros intolerantes como os de grupos que fazem o EI e Al-Qaeda.
 
Apesar de estarem num país laico, os cristãos estão constantemente envolvidos em problemas com o restante da sociedade no que se refere a restrição da liberdade com coisas que deveriam ser escolha de cada ser humano. Dentre as questões polêmicas está o reconhecimento de família somente como aquela formada entre homem e mulher. Os cristãos, principalmente, procuram evitar que casais homossexuais se casem ou adotem crianças, por exemplo. Mesmo aqueles que decidem não fazer parte de uma religião cristã são afetados pelos dogmas das igrejas, já que a bancada evangélica no congresso nacional pode sugerir a criação de leis para toda uma população com base no que acredita.
Grupo de jovens recrutados para o ‘exército’ do projeto em Fortaleza.

A Igreja Universal do Reino de Deus afirma que o projeto “Gladiadores do Altar” é um projeto que busca resgatar jovens de todas as idades em situação de risco e prepara-los para servir exclusivamente ao ‘Senhor’. A participação no projeto é opcional para aqueles que querem levar o evangelho deixado por Cristo há milhares de anos, em cumprimento ao registrado em Marcos 16:15: “Ide e pregai o evangelho a toda criatura.” A instituição religiosa diz ainda que ao invés de praticar a intolerância “o projeto realiza reuniões semanais com os rapazes que estão dispostos a abrir mão de suas vidas para que outras pessoas sejam ajudadas”.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Impeachment de Dilma já tem 2 milhoes de confirmações


Após essa página já ter tratado aqui sobre o discurso do

senador Cristovam Buarque dizendo que o impeachment da 

presidente Dilma Rousseff está na "boca do povo", outro 

dado vem á tona. A consultoria Bites especializada em 

Gestão de Repercussão da Reputação e Imagem Pública 

das Empresas nas Redes Sociais fez um levantamento no 

Facebook e apurou 37 manifestações pela interrupção do 

mandato da presidente Dilma Rousseff agendadas para o 

dia 15 de março. Mais de 2 milhoes de pessoas confirmaram 

presença neste eventos. A consultoria teve o cuidado de 

conferir os perfis para evitar recontagem. Essa onda de 

manifestações também invadiu o Twitter, onde a palavra 

impeachment associada ao nome da presidente  

foi encontrada 97 mil vezes apenas nos primeiros 20 dias do 

mês de fevereiro. Já no site de petições Avaaz a consultoria 

verificou haver 2 milhões de assinaturas coletadas para uma 

manifestação para que Dilma Rousseff deixe o governo. 




Vale lembrar que esta onde pró - impeachment ocorre 

apenas cinquenta dias após o início do segundo mandato. 

Ao que tudo parece para tentar recuperar popularidade a 

presidente Dilma recomendada pelo ex-presidente Lula 

deve reforçar a agenda de viagens. Lula acredita que a 

presidente deve sair do gabinete e ir às ruas defender o 

governo. As atuais medidas tomadas pelo governo também 

são um dado importante que reforça esta onde pró - 

impeachment.

Planalto dá como certo que protesto do dia 15 de março será gigante; por enquanto, a ordem dada ao PT é evitar o confronto com manifestantes. Um pouco de juízo não faz mal a ninguém

O petismo acompanha com lupa a convocação nas redes sociais para os protestos em favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff, marcados para o dia 15 de março em várias cidades do país. O Planalto já dá como certo que haverá, sim, grandes manifestações, especialmente em São Paulo e Rio. Os mais pessimistas preveem que os atos possam levar até um milhão de pessoas às ruas Brasil afora. Dilma está perplexa, mas ainda não perdeu de todo o juízo, apesar da entrevista concedida na sexta-feira. Em princípio, o governo dirá que a democracia comporta manifestações de descontentamento e coisa e tal.
Caberá ao PT acusar de “golpistas” os promotores do evento. Intramuros, os petistas admitem que estão perdendo a guerra nas redes sociais e constatam que seus tradicionais propagandistas na subimprensa, reunidos sob a alcunha de “blogs sujos” — todos financiados, direta ou indiretamente, por dinheiro público —, perderam influência. Algumas páginas são hoje bastante comentadas, sim, mas porque viraram motivo de chacota. São tomadas por aquilo que são: uma caricatura de jornalismo.
Na raiz de tudo, está, é evidente, a corrupção da Petrobras. Eis um caso que pegou. E que continuará na lista de insultos ao povo brasileiro até que os responsáveis sejam punidos. O que preocupa os magos do governo é que a fase do desgaste propriamente político ainda vai começar. Mesmo que surjam nomes da oposição no rolo, como adiantou a um advogado de empreiteira o ministro José Eduardo Cardozo, o PT e o governo continuarão a ocupar o centro do palco.
O partido chegou a pensar, sim, em fazer a contramanifestação, no melhor estilo das milícias chavistas, tentando disputar espaço com os que vão às ruas cobrar o impeachment de Dilma, mas desistiu. Prevaleceu, o que não costuma ser regra por lá, o bom senso: o comando do partido percebeu que poucos estariam dispostos a fazer uma marcha que poderia se confundir com a apologia da impunidade e do crime.
Gente do próprio entorno de Dilma desestimulou a contramarcha. Alertou-se para o risco de confronto, o que, fatalmente, elevaria a temperatura da crise, que, até agora ao menos, não chegou às ruas de forma mais evidente. O partido não descarta manifestações de apoio à governanta, mas não no mesmo dia em que milhares podem ir à praça expressar seu descontentamento com o partido.
E por que os planaltinos fazem uma previsão tão pessimista para o governo? Uma fonte do Palácio diz que eles aprenderam algumas lições com as manifestações de 2013. Embora o motivo original fosse a precariedade do transporte público, outras demandas se juntaram, outros descontentamentos foram se somando. E, convenham, a realidade, então, era bem outra, bem mais favorável a Dilma.
O país crescia mais, a inflação era menor, não se conheciam os descalabros da Petrobras, e, atenção!, 84% (segundo o Datafolha) diziam que a gestão Dilma era ótima ou boa. Hoje, depois de tudo, apenas 23% afirmam a mesma coisa — espantosos 61 pontos a menos. O país começa a viver, provavelmente, o seu segundo ano de recessão, a inflação estourou o teto da meta, a tarifa de energia elétrica teve um reajuste brutal, os brasileiros não aguentam mais ouvir falar em escândalos, e é evidente que Dilma deu um beiço nos brasileiros na disputa do ano passado. Prometeu alhos e vai entregar bugalhos.
O que deixa os politicólogos de Dilma aflitos é não enxergar o fio da meada. A presidente deve voltar a viajar, tentando cair no colo das massas — de massas devidamente selecionadas e controladas, claro!, especialmente no Nordeste. Sairá por aí distribuindo algumas casinhas do “Minha Casa Minha Vida”, tentando retomar a agenda positiva. Mas, admite-se por lá, a coisa está difícil.
Resume um interlocutor: “Em 2012, a ideia da faxina foi positiva para o governo; a própria Dilma a explorou. A coisa era diferente. As denúncias vinham sobretudo da imprensa e, na maioria das vezes, não havia muito mais do que se denunciava, e a presidente podia fazer intervenções pontuais e sair ganhando politicamente. Agora, não. Esse negócio da Petrobras virou um saco sem fundo… A única coisa que a gente sabe é que hoje é pior do que ontem e melhor do que amanhã”. E ele admite: “A gente não consegue respirar”.
Bem, convém que não falte ao menos juízo onde faltam talento e competência. Tenham as pessoas a opinião que for sobre o impeachment — já que, suspeito, não ocorre a ninguém contestar o direito à livre manifestação, desde que dentro da lei e da ordem —, a tarefa número um de governantes é atuar para amenizar riscos, não para extremá-los. E, havendo alguém interessado em, digamos, desmobilizar os espíritos, é prudente que aconselhe a presidente a não conceder novas entrevistas como a de sexta-feira. Afinal, não fica bem a própria Dilma ser a principal incitadora de uma manifestação que pede o seu impeachment.
Texto publicado originalmente às 3h15
Por Reinaldo Azevedo

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Polícia Civil desarticula quadrilha que adulterava combustível

Polícia Civil desarticula quadrilha que adulterava combustível
Fotos BerimbauNoticias
Quatro pessoas foram presas na manhã desta sexta-feira (23) em uma operação realizada por policiais civis de Conceição do Jacuipe. Os homens são acusados de integrar uma quadrilha que adulterava combustíveis na rua Manoel Rodrigues, distrito do Bessa.
De acordo com a polícia, a quadrilha estava sendo investigada há cerca de dois meses e no momento da chegada dos agentes, os suspeitos estavam carregando um caminhão. Eles tentaram fugir, mas foram impedidos. O motorista identificado como Jocimar Ribeiro Paim disse que não sabia sobre o destino do produto e nem quem era o dono.
Foram apreendidos um caminhão Volkswagen, branco, placa NTU-3746, licença de Feira de Santana, mais de 2 mil litros de gasolina - estimados em torno de R$ 50 mil, além de produtos químicos que são utilizados para adulterar combustíveis.
Além do motorista, também foram encaminhados para a delegacia Tárcio Marques da Silva, também conhecido como “Grão”, que segundo a polícia, é o dono da propriedade onde o material foi encontrado, e os ajudantes Ronaldo Menezes Ribeiro e Roberto Ferreira Carvalho.
A Delegacia Territorial de Conceição do Jacuipe continuará com as investigações para identificar a participação de outras pessoas.