segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Polícia Civil desarticula quadrilha que adulterava combustível

Polícia Civil desarticula quadrilha que adulterava combustível
Fotos BerimbauNoticias
Quatro pessoas foram presas na manhã desta sexta-feira (23) em uma operação realizada por policiais civis de Conceição do Jacuipe. Os homens são acusados de integrar uma quadrilha que adulterava combustíveis na rua Manoel Rodrigues, distrito do Bessa.
De acordo com a polícia, a quadrilha estava sendo investigada há cerca de dois meses e no momento da chegada dos agentes, os suspeitos estavam carregando um caminhão. Eles tentaram fugir, mas foram impedidos. O motorista identificado como Jocimar Ribeiro Paim disse que não sabia sobre o destino do produto e nem quem era o dono.
Foram apreendidos um caminhão Volkswagen, branco, placa NTU-3746, licença de Feira de Santana, mais de 2 mil litros de gasolina - estimados em torno de R$ 50 mil, além de produtos químicos que são utilizados para adulterar combustíveis.
Além do motorista, também foram encaminhados para a delegacia Tárcio Marques da Silva, também conhecido como “Grão”, que segundo a polícia, é o dono da propriedade onde o material foi encontrado, e os ajudantes Ronaldo Menezes Ribeiro e Roberto Ferreira Carvalho.
A Delegacia Territorial de Conceição do Jacuipe continuará com as investigações para identificar a participação de outras pessoas.

Ubaitaba: PM prende homens com Pistolas, Revólver e 2 kg de maconha

Elinaldo e Eraldo foram presos pela PM no Zitão (Foto: Ubatã Notícias)
Em uma operação deflagrada pelo Pelotão de Emprego Tático Operacional (PETO) da 61ª CIPM/Ubaitaba, comandada pelo Tenente Ezequiel e pelo Aspirante Lucas Maia, prendeu, por volta das 15h deste domingo (24), numa localidade conhecida como Zitão, periferia do município de Ubaitaba, dois homens identificados como Eraldo Silva dos Santos (27), e Elinaldo Souza de Jesus (25), vulgo Elinho, acusados de porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas. A dupla estava com uma Pistola 380, uma pistola 765, um revólver calibre 32, cerca de 2kg de maconha e farta munição de pistola .40, 380 e calibre 32.
PM apreendeu armas, drogas e munição com bandidos (Foto: Ubatã Notícias)
Segundo informações da PM, a guarnição fazia ronda de rotina na Ruinha quando avistou a dupla em atitude suspeita. Ao perceber a presença dos policiais, os bandidos tentaram se evadir do local, mas foram alcançados e presos com uma Pistola 765 e um revólver calibre 32. A droga, a pistola 765, uma balança de precisão e a munição foram encontradas na residência da esposa de Elinaldo. Segundo a PM, os bandidos vinham sendo investigados pelo Setor de Missões Especiais (SME). A dupla foi encaminhada para o Complexo Policial de Ubatã, onde foi lavrado o flagrante. Informações do Ubatã Notícias.

A inflação dispara, tudo encarece, o povão paga e a Dilma nem aí!


( Extraído do Valor Econômico) O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) subiu para 0,89% em janeiro, depois de registrar 0,79% em dezembro. No acumulado dos últimos 12 meses, o índice foi para 6,69%, acima do teto da meta de inflação, que é de 6,5%. 

Segundo os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o item carnes liderou os principais impactos individuais do mês, com 0,09 ponto percentual e alta de 3,24%. Além deste, outros itens que exerceram pressão, como batata-inglesa (32,86%) e feijão carioca (24,25%), levaram o grupo Alimentação e Bebidas, com alta de 1,45%, a ser responsável por 40% do IPCA-15 de janeiro, com impacto de 0,36 ponto percentual.

A energia elétrica teve o segundo maior impacto do mês com 0,08 ponto percentual e alta de 2,60%. À exceção da região metropolitana de Fortaleza (-4,82%) e de Salvador (-1,91%), cujas contas tiveram queda na parcela referente ao PIS/Cofins, as demais apresentaram alta, com destaque para Porto Alegre, que chegou a 11,80% tendo em vista o reajuste de 22,41% em uma das concessionárias desde 8 de dezembro.

Neste mês de janeiro, em todas as regiões, foi apropriada parte do efeito do Sistema de Bandeiras Tarifárias, modelo de cobrança do gasto com usinas térmicas, que passou a vigorar a partir de 1º de janeiro. Além da energia, os gastos com Habitação, que subiram 1,23%, foram influenciados pelos seguintes itens: aluguel residencial (1,26%); mão-de-obra para pequenos reparos (0,95%); condomínio (0,81%); e taxa de água e esgoto (0,77%).

Os ônibus urbanos tiveram o terceiro maior impacto de janeiro, com 0,07 ponto percentual e alta de 2,85%, tendo em vista reajustes nas passagens. As maiores altas dos ônibus urbanos ocorreram no Rio de Janeiro (4,67%), com reajuste de 13,34% em 2 de janeiro; Belo Horizonte (4,21%), com 8,77% em 29 de dezembro; São Paulo (4%), com 16,66% em 6 de janeiro; Salvador (2,31%), com 7% em 2 de janeiro; e Recife (1%), com 13,50% em 11 de janeiro.

Houve, também, aumento nas tarifas dos intermunicipais, que ficou em 3,89%, sob pressão do Rio de Janeiro (2,89%), com reajuste de 12,46% em 10 de janeiro; Belo Horizonte (9%), com 9,31% em 17 de dezembro; São Paulo (8,46%), com 16,60% em 6 de janeiro; e Fortaleza (6,72%%), com 11% em 29 de dezembro.

No grupo das Despesas Pessoais, que teve alta de 1,39%, o destaque ficou com o item empregado doméstico, que subiu 1,49%, além de outros serviços como cabeleireiro (1,54%) e manicure (1,82%). Além disso, foi registrada variação de 3,02% nos cigarros, reflexo do reajuste praticado pelas indústrias.

Dentre os índices regionais, o maior foi o do Rio de Janeiro (1,35%), sob pressão dos alimentos (1,96%) e das tarifas de ônibus urbano (4,67%). O menor índice foi o de Salvador (0,49%), onde os combustíveis tiveram queda 1,56%, além da energia elétrica que também apresentou queda (-1,91%) em função de redução das alíquotas do PIS/Cofins.

O IPCA-15 de janeiro coletou preços entre 13 de dezembro de 2014 e 13 de janeiro de 2015. O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Por to Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.

Após ganhar favor milionário do governo, empresário doa R$ 17 milhões para campanha de Dilma.

No começo de 2013, o empresário Walter Faria, dono da Cervejaria Itaipava, a segunda maior do país, queria expandir seus negócios ao Nordeste. A primeira parte do plano envolvia a construção de fábricas na região. Ele optou por erguer a primeira em Alagoinhas, na Bahia, em razão de generosos incentivos fiscais. Faltava o dinheiro para a obra, e conseguir crédito não seria uma missão fácil. Faria e seu Grupo Petrópolis, que controla a Itaipava, tinham nome sujo na praça – e uma extensa ficha policial. Deviam R$ 400 milhões à Receita, em impostos atrasados e multas por usar laranjas, além de notas fiscais. Em 2005, Faria fora preso pela Polícia Federal, acusado de sonegação fiscal. Ficou dez dias na carceragem da PF. Três anos depois, em outra operação da PF, Faria acabou denunciado pelo Ministério Público Federal por corrupção ativa, formação de quadrilha e por denúncias caluniosas. Segundo as investigações, Faria armara um esquema para retaliar os fiscais da Receita que haviam autuado sua cervejaria anos antes. Iria difamá-los. Contratara para o serviço ninguém menos que o operador do mensalão, Marcos Valério Fernandes de Souza. A PF encontrou R$ 1 milhão na sede da Itaipavaem São Paulo – dinheiro que, segundo a acusação, serviria para pagar chantagistas. Valério foi preso. Mas Faria perseverou.
Diante dessa ficha, qual banco toparia emprestar dinheiro para Faria e suas empresas? O Banco do Nordeste, o BNB, criado no governo de Getúlio Vargas para ajudar no desenvolvimento econômico da região – mas que, desde então, é usado com alarmante frequência para ajudar no desenvolvimento econômico dos políticos que mandam nele. Desde que o PT chegou ao poder, em 2003, o BNB, custeado com R$ 13 bilhões em dinheiro público, vem sendo aparelhado pelo partido. As previsíveis consequências transcorreram com regularidade desde então. Escândalos, escândalos e mais escândalos. O último deles, em 2012, revelado por ÉPOCAderrubou a cúpula do banco após a PF entrar no caso – e deflagrou uma cascata de investigações dos órgãos oficiais, como a Receita, o Tribunal de Contas da União e o MP. Apesar disso, o aparelhamento petista no BNB perseverou, como Faria perseverara. Ambos perseveraram porque partidos como o PT precisam de empresários como Walter Faria, e empresários como Walter Faria precisam de partidos como o PT.

No segundo mandato de Lula, Faria, segundo fontes do PT e no BNB, tornou-se próximo dos líderes do partido, como o ex-presidente da República e o tesoureiro informal da legenda, João Vaccari. E manteve essas boas relações. Pelas leis da política, a história que se narra a seguir – fundamentada em documentos internos do BNB, relatórios do TCU e entrevistas com os envolvidos – era inevitável. Ainda no começo de 2013, Faria conseguiu obter do BNB um empréstimo de R$ 375 milhões para construir a fábrica na Bahia. Naquele momento, a nova cúpula do BNB, sob o trauma recente do escândalo que derrubara a diretoria anterior, relutava em fazer negócio com Faria. O então presidente do banco, Ary Joel Lanzarin, fez questão de que Faria apresentasse garantias sólidas para o empréstimo. Exigiu uma garantia conhecida como carta-fiança, em que outro banco garante cobrir o valor devido em caso de calote. Para quem empresta, como o BNB, é um ótimo negócio – praticamente zera o risco de calote. Para quem recebe o dinheiro, nem tanto. Uma carta-fiança tem um custo anual, que varia entre 0,5% e 3% do total do empréstimo.

Durante as tratativas, Faria reclamava. Dizia que perderia muito dinheiro com a carta-fiança. Mas capitulou. Ao fim, obteve dois empréstimos, ambos sob as mesmas condições. O de R$ 375 milhões seria destinado à construção da fábrica em Alagoinhas. Outro, fechado depois, em abril de 2014, no valor de R$ 452 milhões, serviria para construir outra fábrica da Itaipava, em Pernambuco. No total, portanto, Faria obteve quase R$ 830 milhões do BNB. Cada empréstimo tinha como principal garantia uma carta-fiança, que cobria integralmente o valor emprestado pelo BNB. Faria teria juros baixos, 11 anos para pagar e dois anos de carência para começar a devolver o dinheiro. Os técnicos do BNB classificaram a operação como segura, em virtude da carta-fiança.

Em conversas com os diretores do BNB, no entanto, Faria não desistia de rever a garantia da carta-fiança. Queria porque queria que o banco abdicasse dela, topando ter como principal garantia as fábricas construídas com o dinheiro emprestado. Faria dizia, nesses encontros, que a exigência da fiança lhe custava o equivalente a 2% do valor dos empréstimos – o equivalente a quase R$ 17 milhões ao ano. Para o BNB, era um pedido aparentemente impossível de atender, como seria para qualquer banco privado. Ainda mais porque, pelo contrato de empréstimo, os juros eram pré-fixados. Ou seja: o BNB não poderia compensar a garantia pior com um aumento nos juros do empréstimo. Segundo as regras do Banco Central e três especialistas de três grandes bancos, se o BNB aceitasse as condições de Faria, teria de rebaixar internamente a classificação de qualidade do empréstimo. Essa medida é obrigatória e forçaria o BNB a reservar dinheiro próprio para pagar ao menos parte da dívida de Faria, caso ele desse calote. No jargão do mercado, isso se chama “provisionamento”. Nenhum banco toparia fazer isso. É um péssimo negócio. “Nunca vi alguém aceitar algo parecido”, diz um economista que trabalha com esse tipo de operação para um grande banco brasileiro.

Mas o impossível é sempre uma possibilidade na política brasileira. Ainda em abril de 2014, Ary Lanzarin, o presidente que tentava moralizar o BNB, deixou o cargo. O PT pressionava para voltar ao comando absoluto do banco. A presidente Dilma Rousseff aceitou. As diretorias do BNB foram entregues novamente a afilhados de políticos petistas, como o ministro da Defesa, Jaques Wagner. Procurado por ÉPOCA, Wagner preferiu não comentar o assunto. O jogo mudara.

Meses depois, no auge da campanha à reeleição de Dilma e dos esforços de arrecadação dos petistas, Faria conseguiu o impossível. No dia 10 de setembro, protocolou o pedido de dispensa da fiança do empréstimo da fábrica na Bahia. Uma semana depois, o pedido foi analisado – numa velocidade espantosa para os padrões de um banco tão lento e burocrático quanto o BNB. Num intervalo de pouco mais de 24 horas, o pedido passou por cinco instâncias do BNB e foi aprovado pelo Conselho de Administração do banco, segundo os documentos obtidos por ÉPOCA. Estava no papel: o BNB aceitara, em tempo recorde, abdicar de uma garantia 100% segura por outras mequetrefes, se comparadas à carta-fiança. De quebra, teve de reservar R$ 3,6 milhões no balanço – o tal “provisionamento” – para cobrir o mau negócio que fechara.

Alguns técnicos do banco não gostaram da solução encontrada. Para demonstrar insatisfação, deixaram claro que a dispensa da fiança não seria inócua para o BNB. Em um documento interno obtido por ÉPOCA, funcionários afirmaram: “O nível de risco atualmente corresponde a 8,75 (AA), quando considerada a fiança bancária. Quando considerada a garantia hipotecária do complexo industrial, passa a ser 6,05 (B)” (leia abaixo). Fica claro que a substituição da fiança só interessava mesmo a Faria. A decisão do BNB também contrariou frontalmente uma das principais cláusulas que permitiram a assinatura do contrato: “Outras instituições financeiras de primeira linha estarão comprometidas com o projeto durante o prazo de 11 anos, visto que a fiança que comporá a garantia da operação terá vigência por todo o período do financiamento”.

No dia 29 de setembro, apenas 12 dias após seu Grupo Petrópolis obter o impossível no BNB, Faria depositou R$ 5 milhões na conta da campanha de Dilma. Até o dia 3 de outubro, a campanha dela receberia outros R$ 12,5 milhões. No total, Faria doou R$ 17,5 milhões. Tornou-se, assim, o quarto maior doador da campanha da presidente. É aproximadamente esse valor que Faria gastaria com as fianças anuais dos dois empréstimos. O pedido para que o segundo empréstimo, o da fábrica em Pernambuco, também seja dispensado da carta-fiança será feito em breve. Segundo fontes na cúpula do BNB, está encaminhado para ser aprovado.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

BASE AJOELHADA SE RECUSA A FAZER "SERVIÇO SUJO" PARA O PT - TIRAR QUASE VINTE BILHÕES DOS TRABALHADORES

Hein!

O corte de benefícios sociais anunciado pelo governo na noite de segunda-feira (29) produziu mal-estar entre os filiados de partidos governistas no Congresso. Vem do PMDB a primeira verbalização do desconforto: “Por que o trabalhador tem que ser a primeira vítima do ajuste fiscal?”, indaga o deputado baiano Lúcio Vieira Lima, vice-líder do PMDB e entusiasta da candidatura do correligionário Eduardo Cunha à presidência da Câmara.

Para Lúcio, antes de cortar direitos trabalhistas, impondo restrições no acesso ao seguro-desemprego, abono salarial do PIS, auxílio-doença e pensões, o governo teria de cortar “na própria carne”. O deputado pergunta: “Por que tanto desinteresse em enxugar a máquina pública? Se os cortes são inevitáveis, por que manter 39 ministérios?”

O próprio vice-líder do PMDB responde: “O Planalto vai mandar para o Congresso a medida provisória propondo o que o ministro Aloizio Mercadante [Casa Civil] chamou de ‘correção de distorções’. Eles acham que controlam o Parlamento distribuindo 39 ministérios. Espero que não venham pedir a nenhum outro partido para relatar essa medida provisória. O relator tem que ser do PT.”

E se a relatoria couber ao PMDB? “Creio que o PMDB não deve aceitar, mesmo que, no sistema de rodízio, a relatoria cair para a legenda”, diz Lúcio. “O relator dessa medida provisória ficará carimbado como responsável pelo corte de benefícios sociais. O carimbo vai para o deputado que relatar e para o partido dele. Nada mais natural que o PT assuma a responsabilidade de justificar as medidas.”

Ecoando o discurso da oposição, o vice-líder do PMDB acrescenta: “O ministro Mercadante disse que as medidas corrigem distorções. Só viram essas distorções agora, depois de 12 anos no poder? Ora, se são distorções, foram criadas ou mantidas por eles. Para se perpetuar no poder, era lindo. Na hora que tem que fazer as maldades, para tentar salvar 2018, aí enxergam as distorções!”

Incomodado, o deputado repisa uma tese que já expressou noutras ocasiões: “O PT só enxerga o PMDB como parceiro na hora de limpar a sujeira.” Lúcio antevê uma tramitação operística para a medida provisória do corte social. “Ao justificar o corte do que sempre defendeu, o PT vai virar personagem de opera-bufa, divertindo a oposição no plenário.”

Em verdade, a oposição já se diverte durante o recesso parlamentar. Futuro líder do DEM no Senado, o goiano Ronaldo Caiado conectou-se ao Twitter para indagar: “…Qual governista terá coragem de ser o relator dessa MP que tira R$ 18 bilhões dos trabalhadores? Vicentinho [ex-presidente da CUT]? Paulo Paim [defensor dos aposentados]?”

Cheiro de podre.

Quem não lembra dos anúncios quase que diários e de página inteira nos maiores jornais do Brasil ( caríssimos) com que a Friboi exaltava a excelência da qualidade de seus produtos? E sempre com o atrativo de artistas globais. Não que eles não tivessem o direito de  fazer propaganda para a Friboi, mas sabe-se que cachê de Tony Ramos e Roberto Carlos são salgados, ou seja, a Friboi não estava preocupada com gastos, num país onde a indústria, em geral, caminha sobre o fio da navalha. Como ela conseguiu essa proeza?  Hoje leio no jornal que foi encontrada uma planilha de Paulo Roberto Costa ( ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás) sugerindo que ele teria firmado contrato de prestação de serviço para o grupo J&F, controlador do frigorífico Friboi (JBS), coincidentemente, o maior doador de campanhas eleitorais em 2014. Sinto cheiro de carne podre...por que será?

*Mara Montezuma Assaf

sábado, 18 de outubro de 2014

Minas responde às agressões de Dilma. Nova pesquisa mostra Aécio com dois milhões de votos à frente da petista

Minas responde às agressões de Dilma. Nova pesquisa mostra Aécio com dois milhões de votos à frente da petista


Dilma está fazendo menos votos que no primeiro turno em Minas, colégio eleitoral com mais de 15 milhões de eleitores. É a resposta dos mineiros às agressões do PT.
 
Pesquisa divulgada ontem pela Multidados Comunicações sobre a preferência dos eleitores mineiros para o segundo turno das eleições presidenciais aponta o senador Aécio Neves, que disputa o cargo pelo PSDB, 12 pontos à frente da presidente Dilma Rousseff (PT), que tenta a reeleição. 
De acordo com o levantamento, 50% dos entrevistados afirmaram que votarão em Aécio, enquanto 38% disseram votar em Dilma. Entre os que não escolheram nenhum dos dois candidatos, 5% afirmaram que não rejeitam nenhum deles, e outros 7% ficaram indecisos ou não responderam à pergunta.