quinta-feira, 14 de maio de 2015

Desvios da Copa do Mundo no Brasil viram destaque mundial



obras-maracana-copa-mundo-20110323-03-size-598A National Public Radio (NPR), associação norte-americana que reúne várias estações de rádio, fez uma reportagem em que trata dos custos e do legado da Copa do Mundo de 2014. Traduzimos alguns trechos:
Já se passou quase um ano desde que a Copa do Mundo do Brasil acabou. A festa acabou há muito tempo mas o país ainda tenta curar a ressaca – que se apresenta na forma de estádios “elefantes brancos” e projetos de infra-estrutura parados. Ela chega numa época em que o país passa pela aflição de uma crise econômica e a expectativa de outro caríssimo mega evento: os próximos jogos Olímpicos.
(…)
Muitas autoridades do Mato Grosso – incluindo o ex-governador do estado, o ex-presidente da assembléia estadual e o ex-chefe local do comitê organizador – estão sob investigação por outro “legado” do evento. Uma linha de VLT que custou US$ 800 milhões e ligaria o aeroporto ao centro da cidade era para estar pronta antes da Copa mas, dos 20 quilômetros de traçado, até agora apenas metade foi construída.
(…)
No Brasil, é tão notável o quanto foi desastroso para o país o legado da Copa do Mundo que o atual ministro dos Esportes prometeu em uma entrevista à Reuters que, diferente da Copa, “os jogos olímpicos deixarão um legado”.
A reportagem da NPR gerou interesse pelo tema e muitos outros sites de esportes e economia trataram do tema. Vejam alguns, com o título das reportagens traduzido para português:
Recentemente, o Brasil também foi destaque negativo internacionalmente (leia aqui e aqui) inúmeras vezes devido à investigação do ex-presidente Lula por suposto tráfico internacional de influência.

Secretário teve dois celulares furtados na mesa de Lula e Dilma no casório.


Piada pronta. Mais uma.
“A coluna Painel, da Folha, informa:
O secretário de Saúde de São Paulo, David Uip, teve os dois celulares furtados durante a festa de casamento do cardiologista Roberto Kalil. Uip deixou a mesa em que estava para cumprimentar amigos e, quando voltou, não encontrou mais os aparelhos.
Uip dividiu a mesa dos padrinhos com Dilma e o ex-presidente Lula. Também estava na festa o secretário de Segurança, Alexandre Moraes. O furto VIP virou piada entre membros do governo paulista.”
Este blog nem imagina por quê.

terça-feira, 14 de abril de 2015

A FARRA DOS CARTÕES CORPORATIVOS PROSSEGUE NO GOVERNO DILMA: 9 MILHÕES EM TRÊS MESES.

Apenas nos três primeiros meses do ano, o governo Dilma conseguiu gastar R$ 9,12 milhões com os cartões de pagamento federais, os “cartões corporativos”. Como sempre, a conta é nossa. A Presidência da República é quem mais gasta com cartões: R$ 2,8 milhões, dos quais 90% são sigilosos, sob a desculpa de “garantia da segurança da sociedade e do Estado”. A Abin gastou R$ 1,14 milhão em segredo.
Os ministérios da Justiça (com a Polícia Federal) e do Planejamento (com o IBGE) gastaram R$ 1,9 milhão e 1,3 milhão respectivamente.
O gabinete do articulador-geral do governo, Michel Temer, gastou modestamente, para os padrões Dilma: R$ 130 mil de janeiro a março.
Os mais de R$ 9 milhões gastos pelo governo em 2015 representam despesas de apenas 24 dos 39 ministérios do governo Dilma. Do site Diário do Poder

Falido como partido, PT tenta sorte como piada......


Após reunião com Lula e o presidente do PT, Rui Falcão, dirigentes do partido nos Estados divulgaram um manifesto revelador. O texto indica que o PT não só acredita em vida depois da morte como crê piamente que é esta que está vivendo. Após fenecer como partido, o PT tenta a sorte como piada.
O manifesto do PT anota a certa altura: “Como já reiteramos em outras ocasiões, somos a favor de investigar os fatos com o maior rigor e de punir corruptos e corruptores. […] E, caso qualquer filiado do PT seja condenado em virtude de eventuais falcatruas, será excluído de nossas fileiras.”
É como se o partido desejasse dar um banho de gargalhada no país. A última vez que o PT declarou-se a favor de apurações rigorosas foi antes do julgamento do mensalão. Sentenciada, sua cúpula passou uma temporada enjaulada na Papuda. E não há vestígio de expulsão. Ao contrário.
Vítima de um expurgo cenográfico na época da explosão do escândalo, Delúbio foi readmitido nos quadros da legenda. Com as bênçãos de Lula. Dirceu e Genoino são cultuados nos encontros partidários como “guerreiros do povo brasileiro”.
Noutra evidência de que o cotidiano do petismo é uma tragédia que os petistas vivem como comédia, o manifesto aponta a existência de “uma campanha de cerco e aniquilamento”, na qual vale tudo para acabar com o PT, “inclusive criminalizar” a legenda. A cruzada antipetista é realmente implacável.
Deve-se a criminalização do PT aos petistas que, ocupados em salvar o país, não tiveram tempo de ser honestos. A Procuradoria da República e o juiz Sérgio Moro elegeram como inimigo número 1 da honra petista o tesoureiro João Vaccari Neto. José Dirceu, reincidente, está na bica de ser convertido em inimigo número 2.
Noutro trecho, o manifesto sustenta: “Perseguem-nos pelas nossas virtudes. Não suportam que o PT, em tão pouco tempo, tenha retirado da miséria extrema 36 milhões de brasileiros e brasileiras. Que nossos governos tenham possibilitado o ingresso de milhares de negros e pobres nas universidades.” Trata-se de uma reedição do velho discurso do “rouba mais faz”. Só que num formato bem mais divertido.
“Não toleram que, pela quarta vez consecutiva, nosso projeto de país tenha sido vitorioso nas urnas”, acrescenta o texto, numa cômica injustiça com os 13% de brasileiros que, segundo o Datafolha, ainda consideram Dilma Rousseff ótima ou boa três meses depois da segunda posse.
O 5º Congresso do PT, marcado para junho, deve “sacudir” a legenda, antevê o manifesto. Anuncia-se a retomada da “radicalidade política” e o desmanche da “teia burocrática” que imobiliza a direção partidária “em todos os níveis”, levando o partido a habituar-se com o “status quo”.
Suspeita-se que os redatores do manifesto tenham desejado dizer o seguinte: o PT vai se auto-sacudir radicalmente, para combater seu próprio status quo. De preferência, destruindo o status sem mexer no quo.
Uma coisa é preciso reconhecer: o ex-PT cada vez mais se dá bem consigo mesmo. O que é tragicamente cômico.

Caiu na boca do povo!


segunda-feira, 9 de março de 2015

General do exército diz que apóia manifestações pelo impeachment de Dilma e que Lula está apavorado. VEJA!

As coisas começam a esquentar às vésperas da manifestação marcada para o dia 15 de Março próximo, quando ocorrerá uma marcha, organizada por diversos setores da sociedade civil através das redes sociais, para exigir o impeachment da Presidente Dilma Rousseff.
O General de Brigada Paulo Chagas, integrante da reserva, publicou um vídeo onde se declara favorável aos movimentos populares contra o atual Governo e diz, com todas as letras, que o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva está apavorado com o desenrolar das manifestações.
O General Paulo Chagas é conhecido por entrar em discussões acaloradas para defender as instituições militares brasileiras. Recentemente ele enviou carta aberta à jornalista Mirian Leitão, questionando o posicionamento dela a respeito das Forças Armadas brasileiras.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Isolamento, críticas e esculachos podem tirar Levy do governo

 Ele não esta habituado às broncas, nem às críticas públicas

Cláudio Humberto


Amigos do ministro Joaquim Levy (Fazenda) não apostam que ele fique no cargo por muito tempo. Isolado no governo, sem apoio do PT e aliados e hostilizado pelos sindicatos, não gostou de ter sido criticado publicamente por Dilma, após chamar de “brincadeira” e “grosseiras” as ações de política fiscal dos antecessores. Levy também ficou sentido com a bronca por não atender prontamente as convocações Dilma.

Controladora, Dilma saber de cada passo do ministro, mas às vezes Levy não pode atender a convocação imediatamente, e isso a irrita.

Levy também enfrenta dificuldade, dizem os amigos, de tomar broncas seguidas de esculachos, em meio a palavrões impublicáveis.

Quando era convocado para despacho com Dilma, o subserviente Guido Mantega chegava a tomar quatro horas de chá-de-cadeira.

Após classificar Joaquim Levy como “uma ilha no mar de mediocridade do governo”, o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga.