Banqueiro teria atendido pedido de Lula e do PT para pagar chantagem
de R$ 1 bilhão feita pelo empresário Ronan Maria Pinto, do ABC, que
saberia demais sobre o assassinato do ex-prefeito Celso Daniel. O banco
Schahin foi beneficiado pela Petrobrás em vários contratos de uma
subsidiária e mais tarde foi assumido pelo BMG, um dos envolvidos no
Mensalão. A lama corre solta sob o Palácio do Planalto e sob os pés do
PT.
Empenhadas em impedir investigações do Congresso sobre a Petrobrás, a
presidente Graça
Foster e até a presidente Dilma Roussef, o PT e seus aliados, já
envolvidos até a medula nos casos de Pasadena, da holandesa SBM e também
o
"legado" deixado pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa, preso na
Operação Lava-Jato, tem mais um pepino para administrar:
-Trata-se da relação
entre a estatal e o grupo Schahin, do empresário Salim Schahin, que obteve
contratos de cerca de R$ 10 bilhões com arrendamentos de plataformas.
. Reportagem deste fim de semana da revista Veja, aponta
que a Schahin cresceu na Petrobras depois uma negociação intermediada pelo
publicitário Marcos Valério, segundo o mesmo afirmou em depoimento secreto ao
Ministério Público. Este caso tende a crescer nos próximos dias e deve ser o
próximo cavalo de batalha da oposição, em sua cruzada para instalar a CPI da
Petrobras. Schahin teria sido o responsável por fazer cessar uma suposta
chantagem do empresário Ronan Maria Pinto, do ABC paulista, contra integrantes
do Partido dos Trabalhadores. Sob os holofotes, ele já vinha despertando a atenção de
parlamentares. Há poucos dias, um requerimento apresentado pelo deputado Carlos
Magno, de Rondônia, foi aprovado pela comissão de fiscalização e controle. O
motivo: a empresa, do empresário Salim Schahin, foi condenada em cerca de R$ 1
bilhão num processo arbitral em razão do rompimento de uma barragem, a de
Apertadinho, que estava sob sua responsabilidade, em Rondônia. “Como já confirmado por esta Comissão, o grupo Schahin e
seus acionistas são prestadores de serviços e arrendatários de plataformas e
navios para a Petrobras, em contratos que perfazem um valor global superior a
10 bilhões de reais”, diz o texto do requerimento. “Com essa condenação o
impacto financeiro sobre o grupo Schahin pode afetar sua situação financeira,
fazendo com que o mesmo pare de performar seus contratos com a Petrobras”.

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